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Ouro

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1. O que é?

O ouro é um dos metais preciosos mais conhecidos pelo homem. Desde a antiguidade, o homem trabalha e usa esse metal para vários fins, como por exemplo, a indústria, eletrônica, como status e, principalmente, como reserva de valor.

O ouro faz parte da família das commodities, pois é extraído do meio ambiente. Seu mercado é considerado de risco, pois está sujeito à lei da oferta e procura, sendo que seu preço oscila conforme o apetite dos investidores e às condições do mercado.

O ouro como investimento é muito comum nas épocas de crises financeiras mundiais, pois é um ativo de reserva de valor e, muitas vezes, o investidor pode ficar em posse do ativo real. Geralmente, quando há alguma crise financeira global, os investidores tendem a migrar para o ouro, fazendo a cotação subir nesses períodos. Na alta do preço do petróleo e na desvalorização do dólar, é comum também a procura por ouro. Ou seja, em momentos de incerteza, o ouro tem uma procura maior, por ser uma reserva de valor. Além disso, ele possui liquidez internacional, isto é, é aceita no mundo todo, sendo ainda valorizado depois de muitos anos e mesmo depois de muitas guerras, recessões e mudanças econômicas.

Os principais locais onde se negociam o ouro são Londres e Zurique (Suíça) no mercado a vista e em Nova York, no mercado futuro. Lá, a cotação do ouro é dada pela onça troy, que equivale a 31,104 gramas. Aqui no Brasil é possível investir em ouro através da BM&FBovespa, sendo a cotação do ouro dado em gramas. Como aqui no Brasil o ouro vincula-se ao preço do ouro no exterior, o preço então é calculado segundo as variações do preço do dólar no mercado flutuante e dos preços do metal na bolsa de Nova York.

O ouro vem apresentando uma rentabilidade muito boa nos últimos anos, com média de 12% ao ano desde 1998. Logo, o ouro se torna um investimento mais atrativo, sendo um ótimo equilíbrio entre diversificação e rentabilidade. Como mencionado anteriormente, a valorização do ouro acontece mais em períodos de crise, onde o investidor migra de outros investimentos mais arriscados para o ouro, servindo assim como um Hedge para os investimentos. Entretanto, investir em ouro implica também em correr riscos. Seu preço pode oscilar bastante, podendo, inclusive, desvalorizar.

Existem diversas maneiras de se negociar ouro. As mais comuns são o mercado a vista, o mercado futuro e o mercado a termo. O mercado a vista é aquele que negocia efetivamente o ouro, com entrega física ou apenas financeira, sendo negociado de forma muito semelhante à com­pra e venda de ações. Já o mercado futuro estipula hoje o preço para o ouro em uma data futura, tendo como característica os demais contratos futuros na BM&F, com ajustes financeiros diários e margem de garantia. Já o Mercado a Termo determina a compra ou venda do ouro a um preço fixado (preço efetivo no mercado + uma taxa), em um prazo determinado. A liquidação implica em entregar o ouro pelo vendedor e o pagamento estipulado no contrato pelo comprador.


2. Ouro à Vista

O objeto de negociação é o ouro fino, sob forma de lingote (massa de metal moldado, isto é, barras de ouro), fundido por empresa refinadora e custodiado em instituição depositária, ambas credenciadas pela BM&F.

Atualmente, existem 3 tipos de lotes de ouro à vista. O lote de 250 gramas, de 10 gramas e de 0,225 gramas, todas com um teor de pureza de 0,999%.

Para um investidor negociar lotes de ouro, ele deverá obrigatoriamente abrir conta em uma corretora, que irá auxiliá-lo na negociação. É possível negociar o ouro de forma física e financeira. Caso optar pela liquidação física, o investidor poderá retirar as barras de ouro em quantias múltiplas de 250g, sendo possível deixar essas barras em custódia, por questões de segurança. Além disso, será obrigatório pagar o seguro pelo transporte das barras, sendo cobrado da própria corretora.

Caso você tenha ouro e queira vender na bolsa, deverá respeitar alguns procedimentos. Primeiro, deverá escolher uma corretora, que irá lhe encaminhar ao fundidor autorizado e credenciado pela BM&F para transformar o ouro em barras. Então, o fundidor envia as barras de ouro para o custodiante, já no padrão aceito pela Bolsa, isto é, com o grau de pureza aceito e em forma de barras. Logo em seguida, o custodiante efetua a guarda dessas barras em nome do cliente. Depois, a corretora informa ao custodiante a intenção do cliente em negociar essas barras de ouro no mercado, que então transfere as barras para a BM&F, que deposita o saldo na conta do investidor.

Vale lembrar que a BM&F mantém diversas barras de ouro. Logo, se um investidor depositar uma barra de ouro e depois quiser retirá-la, não necessariamente será a mesma barra, mas sim uma barra similar àquela que depositou, mantendo sempre o mesmo padrão e sempre no mesmo valor.


3.Características

Nomenclatura

Atualmente, existem três tipos de contratos de ouro disponíveis para negociação no mercado à vista:

  1. Lote padrão de 250gramas – código: DIS OZ1
  2. Lote fracionário de 10 gramas – código DIS OZ2
  3. Lote fracionário de 0,225gramas – código DIS OZ3

O código é formado pela sigla DIS, de disponível, seguido pelas letras OZ, de ouro, seguido do número de lote, sendo o lote 1 padrão (250 gramas), o lote 2 fracionário (10 gramas) e o lote 3 fracionário também (0,225gramas).

Contrato

Os contratos de ouro à vista possuem as seguintes características:

Código de Negociação

DIS OZ

Unidade de Negociação

Lote   padrão de 249,75 gramas de ouro fino contido, com teor de pureza de 99,90   partes de ouro fino para cada 1.000 partes de metal.

Cotação

Reais   por grama, com até três casas decimais

Variação Mínima da Cotação

R$ 0,001   por grama

Lote Padrão

250   gramas

Oscilação máxima diária

Não há   limites

Fracionário

10   gramas ou 0,225 gramas

Horário de Negociação

Horário   normal – 09:00 até 18:00

Liquidação

Dia   útil seguinte ao último dia de negociação, sendo a liquidação física   realizada pelo vendedor e a liquidação financeira realizada pelo comprador.

Custos Operacionais

Os principais custos envolventes na negociação do ouro à vista são:

Corretagem: Podendo variar para cada corretora. Na média, a taxa de corretagem chega a 0,2% sobre o valor total envolvido na negociação do ouro, porém, é possível achar corretagem mais em conta ou até mesmo mais cara.

Taxa de custódia: cobrada pela Bolsa e repassada para o custodiante. O valor cobrado é de 0,07% ao mês, calculado diariamente sobre a posição mantida pelo investidor durante o período.

Seguro: será necessário contratar um seguro para transportar as barras de ouro (caso seja negociado o ouro físico). A própria corretora poderá indicar uma seguradora.

Taxas da Bolsa: São cobradas taxas de emolumentos e contribuição para o fundo de garantia. O custo chega a ser 6,32% da taxa operacional básica, sendo os custos operacionais devidos no dia útil seguinte ao de realização da operação no pregão.

Liquidação

A liquidação do contrato de ouro poderá ser feito de duas maneiras:

Física: A liquidação física envolve as barras de ouro de verdade, que deverá ser realizada pelo vendedor, com a entrega de 249,75 gramas de ouro fino, contido em lingotes de 250 ou 1.000 gramas, com teor de pureza de, no mínimo, 999,00 partes de ouro fino para cada 1.000 partes de metal, ou em lingotes de 100 ou 400 onças, com teor de pureza de, no mínimo, 995,00 partes de ouro fino para cada 1.000 partes de metal.

Financeira: A liquidação financeira pelo comprador será efetuada no dia útil subsequente ao dia da realização da operação no pregão, com o pagamento do valor definido no momento da compra. Essa liquidação não envolve o ouro físico, e o investidor não leva o ouro para casa ou o mantém guardado em cofres. Ele somente possuirá um título dizendo que detém uma determinada quantidade de ouro. Essa é a forma de negociação com maior liquidez, pois é mais fácil de vender o contrato caso o investidor quiser.

Day Trade

É possível realizar day trade (compra e venda no mesmo dia da mesma quantidade de contrato para o mesmo vencimento) de contratos de ouro. A liquidação financeira das operações de day trade é realizada automaticamente no primeiro dia útil subsequente à data de fechamento dos negócios.


4. Ouro Futuro

Os contratos futuros nada mais são do que acordos de compra ou venda de um determinado ativo por um determinado preço fixo, em data definida. Os contatos futuros de ouro também seguem essa regra. É possível fixar um preço para comprar ou vender ouro em uma data futura, de acordo com o preço que o mercado está disposto a pagar. Esses contratos são padronizados, de acordo com as regras da BM&F Bovespa. Porém, até o vencimento, os vendedores e compradores desses contratos devem ir pagando ajustes uns aos outros, conforme o preço do ouro vai subindo ou caindo.

 A liquidação dos contratos futuros de ouro se dá apenas na forma financeira, isto é, não ocorre a entrega física do metal. Logo, na data do vencimento, é feita uma correlação em reais, conforme preço acordado entre comprador e vendedor. Então, a diferença será paga ou recebida em dinheiro, e não pela entrega física do ouro. É possível também sair da posição antes do vencimento, bastando apenas efetuar uma transação oposta ao que tinha feito da primeira vez, isto é, se ele estiver comprado, basta vender a mesma quantidade de contratos. Se estiver vendido, basta apenas comprar a mesma quantidade de contratos.

 Para negociar contratos futuros de Ouro, o investidor terá que abrir conta em uma corretora, além de depositar uma certa quantia de margem de garantia, conforme a quantidade de contratos negociados. A corretagem cobrada varia de cada corretora, sendo geralmente cobrada a Taxa Operacional Básica. Também existe o chamado, ajuste diário, que nada mais é do que ajustes de posição, onde o investidor é debitado ou creditado conforme os preços do ouro sobem ou caem.


5. Características

Nomenclatura

A nomenclatura da negociação do Futuro de Ouro será da seguinte forma:

1. Código de Negociação do futuro de Ouro, isto é, “OZ1”.

2. Letra correspondente ao mês de vencimento, conforme abaixo:

Mês

Letra

Janeiro

F

Fevereiro

G

Março

H

Abril

J

Maio

K

Junho

M

Julho

N

Agosto

Q

Setembro

U

Outubro

V

Novembro

X

Dezembro

Z

*Padrão Internacional

3. Ano de vencimento.

Exemplo: Para negociar um contrato de futuro de Ouro com vencimento em Agosto de 2014, teremos o seguinte código:

OZ1 Q 14

Contrato

Os contratos futuros de Ouro possuem as seguintes características:

Código de Negociação

OZ1

Unidade de Negociação

Lote-padrão   de 250 gramas de ouro fino

Cotação

Reais   por grama, com até três casas decimais

Variação Mínima da Cotação

R$ 0,001   por grama líquida

Variação Máxima da Cotação

5%   sobre o valor do terceiro vencimento em aberto, calculados sobre o preço de   ajuste do pregão anterior.

Lote Padrão

1

Limite de Posição

3.000   contratos ou 20% das posições em aberto por vencimento

Horário de Negociação

09:00 –   18:00 (Negociação Normal)

Último Dia de Negociação

Último   dia útil do mês anterior ao mês de vencimento

Margem de Garantia

Valor   fixo por contrato, devida em D+1, com redução de 20% para hedgers.

Day Trade

É possível realizar day trade (compra e venda no mesmo dia da mesma quantidade de contrato para o mesmo vencimento) de contratos futuros de Ouro. A liquidação financeira das operações de day trade é realizada automaticamente no primeiro dia útil subsequente à data de fechamento dos negócios.

Ajuste Diário

O ajuste diário nada mais é do que um mecanismo utilizado pela BMF&Bovespa para equalizar as contas dos investidores. Como os contratos futuros variam de preço todo dia, gerando assim um débito ou crédito, os investidores são atualizados diariamente sobre suas posições, ganhando ou perdendo conforme os preços oscilam, isto é, os investidores recebem seus lucros e pagam seus prejuízos diariamente. Esse mecanismo é utilizado como forma de proteção contra possíveis inadimplências por parte dos investidores.

Nos contratos futuros Ouro, a movimentação financeira do ajuste diário se dá no dia seguinte, isto é, em D+1. Entretanto, no dia do vencimento, o ajuste é feito no próprio dia, isto é, em D+0.

Margem de Garantia

A margem de garantia é um valor depositado em dinheiro ou títulos que servirá para cobrir uma possível inadimplência do investidor em alguma chamada de ajuste diário. Normalmente para se operar um futuro na bolsa, o investidor é obrigado a depositar margem de garantia para mitigar o risco de credito. Essa margem é estipulada pela Bolsa, de acordo com critérios de apuração de margem para os contratos futuros.

Os ativos aceitos como margem de garantia podem ser dinheiro, ouro, títulos públicos federais, títulos privados, cartas de fianças, ações e cotas de fundos fechados de investimento em ações.

Custos Operacionais

Basicamente, há 2 tipos de custos operacionais ao negociar contratos futuro de Ouro. São eles:

Corretagem: Podendo variar para cada corretora. Entretanto, a grande maioria se utiliza da Taxa Operacional Básica, estipulada pela própria Bovespa. Nesse caso, os custos serão de 0,25% para operações normais e 0,10% para Day-trade.

Taxas da Bolsa: São cobradas taxas de emolumentos, taxas de registro, permanência e liquidação, calculados pela própria BM&F, conforme a seguir:

Emolumentos: Os emolumentos são os valores cobrados pela BMF referente aos serviços de negociação. Eles incidem na negociação do contrato (abertura ou encerramento de posição antes do vencimento), exercício de opções, registro e liquidação antecipada e procedimento de cessão de direitos. Nos contratos futuros de Ouro, os emolumentos são cobrados conforme tabela a seguir:

Quantidade   de contratos

Valor   da faixa

De

Até

US$

1

10

0,33

11

50

0,31

51

130

0,29

131

150

0,28

151

300

0,27

Acima de 300

0,24

Taxa de Liquidação: Essa taxa refere-se à liquidação dos derivativos no encerramento de posições no vencimento, além de pagar as despesas da Clearing. Geralmente, a taxa de liquidação é um valor fixo, cobrado por contrato, independente do volume negociado. No contrato futuro de Ouro, é cobrado R$ 0,58 por contrato.

Taxa de Permanência: São os custos de serviço de acompanhamento de posições e emissão de relatórios e arquivos realizados pela Clearing, além da cobertura de custos operacionais para a manutenção de posições inativas em produtos derivativos. Ela é aplicada sobre as posições em aberto em contratos negociados em pregão (exceto opções e minicontratos) e contratos registrados em balcão. Essa taxa é calculada diariamente, cobrada no último dia útil de cada mês, no dia seguinte ao encerramento das posições ou quando ocorrer a transferência total de posições para outro investidor.

A base de cálculo desta taxa é a quantidade de posições em aberto na abertura da data de cálculo, sendo possível a redução dessa taxa conforme volume negociado no dia. O fator de redução e o valor da permanência diária a ser aplicado sobre os negócios realizados no dia e sobre a posição em aberto é definido por contrato.

Nos contratos futuros de Ouro, essa taxa equivale a 0,0257000% por contrato e por dia.

Taxa de Registro: Valor cobrado para registrar a operação na Clearing, incidente somente nas negociações que impliquem a abertura de posições ou o encerramento antes do vencimento, sendo cobrada no dia útil subsequente à data dessas duas ocasiões.

A tabela de faixas da taxa de Registro é divulgado pela bolsa para cada contrato, sendo estas faixas obtidas pelas médias das negociações no contrato nos últimos 21 pregões que antecedem a data de cálculo. Esse cálculo é feito no último dia de pregão da semana e o resultado da aplicação desse volume na tabela de faixas é um valor para a taxa de registro que será válido para todos os demais dias da semana seguinte.

Atualmente, a taxa de registro dos contratos futuros de Ouro está conforme a tabela abaixo:

Quantidade de contratos

Valor da faixa

De

Até

US$

1

10

0,24

11

50

0,23

51

130

0,22

131

150

0,21

151

300

0,19

Acima de 300

0,17

Vencimento

O Vencimento do contrato futuro de Ouro ocorre em todos os meses do ano. A data de vencimento e o último dia de negociação ocorrem no último dia útil do mês de vencimento.

Liquidação

Na data de vencimento, as posições em aberto, após o último ajuste, serão liquidadas financeiramente pela Bolsa, mediante o registro de operação de natureza inversa à da posição, na mesma quantidade de contratos, pelo valor de liquidação.


6. Rentabilidade e Riscos

Não é possível determinar a rentabilidade exata do ouro, pois sua cotação é livremente negociada no mercado, podendo seu preço subir ou cair. Historicamente, o ouro vem subindo de preço ao longo dos anos, com pequenas oscilações esporádicas. A tendência do ouro sempre será de alta no longo prazo, pois esse metal é um bem escasso, onde sua procura sempre será grande. Entretanto, isso não significa que o ouro sempre subirá de preço, podendo muitas vezes ter grandes desvalorizações, onde o investidor poderá ter prejuízos.

Os riscos ao se investir em ouro são basicamente a flutuação de preços, influenciada pelo cenário macroeconômica nacional e internacional, bem como pela cotação externa do metal e a cotação do dólar, e a segurança do transporte e guarda das barras de ouro pelo titular, uma vez que o ouro é muito visado por ladrões, devido ao seu alto valor agregado.


7. Tributação

A tributação ao se investir em ouro está sujeito ao imposto de renda, à uma alíquota de 15%. O imposto é devido sobre os ganhos líquidos auferidos por pessoa física cujo valor das alienações (vendas), realizadas a cada mês, seja igual ou superior a R$ 20.000,00. O recolhimento será feito via carne leão.

Para valores de alienação (venda) abaixo de R$ 20 mil, o investidor pessoa física está isento do imposto de renda. Logo, o regime de tributação do ouro se dá da mesma forma que o regime de tributação em ações.


8. Vantagens

  • O ouro é um bem escasso e sempre terá valor;
  • Diversificação dos investimentos;
  • Proteção em tempos de crise e inflação alta;
  • Hedge contra o dólar e queda nas bolsas;
  • Isenção de imposto de renda de vendas até R$ 20 mil Reais no mês;
  • Possibilidade de investir através de fundos de investimentos, sendo possível para investidores de menor poder aquisitivo.

9. Desvantagens

  • Investimento volátil e arriscado, não sendo indicado para investidores conservadores ou que não aceitam as variações de preços;
  • Alto valor para investir (se não for através de fundos de investimentos);
  • O Ouro não é coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito;
  • Segurança, uma vez que o ouro é um metal muito visado, e uma vez que estiver sendo armazenado fisicamente, poderá ser alvo de ladrões.
  • Liquidez reduzida;

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